Tendência “flare” para agora e para as próximas estações

Uma das tendências que mais se destacaram nas últimas temporadas com certeza foram as mangas volumosas, principalmente as mangas “flare” aliás, até as calças ganharam um super destaque nas últimas temporadas, mas o post de hoje é pra mostrar alguns modelos super tendência que encontrei na loja ZAFUL, modelos esses que vocês conseguem usar e abusar deles tanto nesse Outono quanto na primavera/ verão, que tal?

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Uma breve apresentação para quem não conhece a loja, a ZAFUL é uma Fast-fashion online Chinesa mas que atende ao Brasil todo, por lá vocês encontram as últimas tendências do mundo da moda e ainda com aquele precinho maravilhosa que só as lojinhas da china possuem, além de peças de alta qualidade. Uma ótima opção para você que assim como eu gosta de andar sempre antenada nos top trends e ainda por cima economizar uma graninha.

Essa estampa é sem dúvidas um grande clássico do Outono/ Inverno vocês já devem ter se deparado com alguma peça pelo seu feed do Instagram com essa estampa, eu aposto. Para os dias frios uma boa jaquetinha ou até mesmo um casaco já dá conta de complementar sua produção, e para abusar da mesma peça na primeira é só abusar do sapato e dos acessórios certos, e pronto, vocês conseguem usar fácil a mesma peça em propostas super diferentes.

Já para quem prefere peças sem muitas estampas, ou outras estampas a ZAFUL também tem, aliás, eles tem um estoque super completo quando o assunto é variedade de modelos, estilos diferentes, olhando a loja vocês vão ver que oque não falta é opção, aproveitem para conhecer a loja, e sair de lá de carrinho cheio porque a loja está de repleta de promoções do jeitinho que amamos. Espero que vocês tenham gostado da dica de hoje.

Beijinhos!


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10 poses de blogueirinha para você copiar em seus looks do dia nas redes sociais

pose de blogueira

Partiu ser blogueirinha?

Cardi B Picture GIF

Seguinte, as redes sociais estão aí cheias de pessoas que querem passar conteúdo para os outros, sejam eles de beleza, moda, cultura, literatura, ou simplesmente sobre a sua vida mesmo. Mas todo mundo quer tirar fotos legais para mostrar para seus amigos e seguidores, né?

Falando um pouco da nossa relação com a moda nos dias de hoje, estamos cansados de saber que o que somos está ligadíssimo com aquilo que vestimos, né? A roupa que usamos já diz muito sobre nosso humor e no que acreditamos. E, com a porta que as redes sociais nos abriram, queremos mostrar nosso estilo pro mundo, mesmo sendo blogueira ou não, e, para a gente sair do marasmo das fotos sempre com a mesma pose, trouxe 10 referências para inspirar você no próximo clique de look!

Bóra colocar aquela roupa que amamos e sair por aí com nosso melhor carão?

#1 Sentadinha no café

#2 “Andando”

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#3 Carão no graffiti

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#4 Olhada pro lado despretensiosa

#5 Sentada na escada ou meio fio

#6 Apoiada em uma parede bonita

#7 Interagindo com algum objeto divertido

#8 De costas (bom quando tem detalhes atrás)

#9 Pose de quebrada

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#10 A boa e velha selfie no espelho

@negraecrespa

Instagram-ATL-Girls

Reflexão: Maria Flor, o relacionamento inter-racial e o antirracismo

Reflexão: Maria Flor, o relacionamento inter-racial e o antirracismo

Olá, lindezas

Vamos falar de coisa séria? Vou encher vocês de perguntas breves e a gente vai refletindo enquanto isso.

Você é negrx? Namora alguém branco? Ou o inverso, você é branco e se relaciona com alguém de outra cor? Com funciona isso? Você já teve outros relacionamentos com pessoas da mesma cor que a sua? Como foi? Sentiu diferença entre os relacionamentos? Até que ponto isso faz diferença pra você? Sofreu preconceito por isso?

Essas e outras questões são comuns quando há um relacionamento inter-racial. Esses pontos vieram a minha cabeça após um relato da Maria Flor, falando de seu namoro com o também ator Jonathan Haagensen e das situações de racismo que viveram.

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Durante três anos eu namorei o ator @jonathanhaagensen O Jonathan morava e ainda mora no vidigal. Ele é negro, eu sou branca. A gente se conheceu em um filme e se apaixonou. Isso não tinha nada a ver com a nossa cor. E lá atrás, eu com 19 e ele com 20 anos, a gente não pensou sobre isso. Mas estava lá, o tempo todo estava lá. E a gente foi percebendo que não era normal a gente junto em um restaurante, que não era comum a gente fazendo compras no mercado, que não era tranquilo ele dirigir o carro porque seríamos parados na blitz se ele estivesse dirigindo e não eu. Eu lembro de um dia que fomos parados na entrada do Vidigal por policiais. Jonathan disse que era morador, mas os policiais mandaram ele descer do carro e começaram a revistá-lo. Aquilo era humilhante. Eu na minha jovem arrogância desci do carro e gritei com o policial. E perguntei indignada o que ele estava fazendo. O Jonathan pediu para eu parar, mas eu gritei e perdi a mão. E o policial nos levou para a delegacia por desacato. Eu nunca vou esquecer o rosto do Jonathan indo para a delegacia. Tudo que ele tinha passado a vida evitando eu tinha feito acontecer por um capricho meu, por não olhar para tudo a minha volta e perceber que a coisa era muito mais grave. Que abaixar a cabeça tinha sido a realidade dele e eu achei que poderia salvá-lo disso. Eu, branca, garota da zona sul do Rio de Janeiro, achei que podia fazer justiça. Mas não, eu não podia, e eu só fiz ele passar por uma humilhação que eu jamais entenderia. Jamais. E mesmo tendo visto e vivido a experiência de ser olhada nos lugares por estar de mãos dadas com um negro, eu jamais entenderei. E sim, temos que olhar para o lado e perceber que a não existência de um negro na escola do nosso filho não é normal, que não ter um negro no cinema ao nosso lado não é normal, não ter um negro num restaurante não é normal, não ter um negro no ambiente de trabalho não é normal. E não pensamos nisso. Não percebemos nosso próprio descaso diário. E não percebemos o racismo estrutural que existe em nós. Hoje eu acho que nosso namoro terminou pela nossa incapacidade de perceber essa gigante distância social que existe na cor da nossa pele.

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O racismo estrutural é algo que a maior parte da população brasileira sofre e a sociedade toda pratica, já praticou e foi ensinada assim. É cultural, infelizmente. Ter empatia e respeito são práticas que exigem manutenções constantes, todo dia é um aprendizado. Por essa razão precisamos do maior número de pessoas compartilhando ensinamentos, por isso que falamos e exaltamos tanto a cultura negra e desmascaramos cenas racistas. Isso deve acabar mais do que urgente, mas enquanto não encerra, continuaremos falando e falando e falando para finalmente entrar na cabeça de todos o quanto dói.

Não é fácil ser antirracista, se posicionar, ir contra a maré, mas é assim que as mudanças acontecem, nas dificuldades mesmo.

Eu tenho um relacionamento inter-racial, nunca tivemos problemas por isso, mas sei que sou privilegiada por não passar por momentos ruins. A gente aprende muito um com o outro.

 

“Invasão” negra e feminina no Grammy 2019

“Invasão” negra e feminina no Grammy 2019

É, quase não deu pra sentir falta das rainhas Rihanna e Beyoncé nesse Grammy depois de tantas performances incríveis e prêmios maravilhosos.

Desde as nomeações, já víamos que a hegemonia masculina e branca não era predominante, como na categoria Videoclipe do Ano, por exemplo, em que todos eram negros e metade de mulheres.

Me surpreendi positivamente com a força feminina presente na premiação toda, muito por causa da anfitriã e vencedora de 15 Grammys, Alicia Keys, escolhida a dedo para passar toda a energia radiante dela e de suas “manas”, modo de fazer referência a todas as colegas artistas presentes ❤ Alicia toda doce, positiva e exalando talento não só apresentou a premiação, como foi responsável por revelar os dois grandes vencedores da noite (Gravação do Ano e Álbum do ano) e ainda fez uma das performances mais impecáveis, tocando DOIS pianos e com um medley de músicas que ela gostaria de ter escrito.

Mas a noite iniciou com 5 mulheres poderosíssimas no palco, além de Alicia, estava Michele Obama, Lady Gaga, Jennifer Lopez e Jada Smith para falar da música em suas vidas e como essa relação as fazem melhor.

O grande vencedor foi Gambino com a música This is America, que fala de violência policial e racismo em um momento tão delicado nos Estados Unidos (saiba curiosidades sobre o clipe aqui). A canção ganhou Gravação do Ano, Melhor Clipe, Melhor Música e Melhor Colaboração de Rap.

A noite teve diversas apresentações, entre elas de Camila Cabello; de Miley Cyrus; da Lady Gaga, uma homenagem à Dolly Parton com Miley Cyrus, Katy Perry, Kacey Musgraves, Linda Perry e Big Little Town; de Janelle Monaé; de H.E.R; de Diana Ross, um tributo com vozes poderosíssimas de Andra Day, Yolanda Adams e Fantasia à Aretha Franklin; solo da Kacey Musgraves; de Cardi B; da Jennifer Lopez em uma homenagem a Motown; de Dua Lipa e St. Vincent; da dupla Chloe e Halle.

Dentre os vencedores, além de Gambino, temos The Carters (Bey e Jay-Z), Lady Gaga, Dua Lipa, Kacey Musgraves, Drake, Cardi B, H.E.R, Ariana Grande e a trilha sonora de Pantera Negra.

WOMAN & BLACK POWER senhoras e senhores!

RETROSPECTIVA 2018: veja 10 mulheres que se destacaram em diferentes áreas nesse ano

RETROSPECTIVA 2018:  veja 10 mulheres que se destacaram em diferentes áreas nesse ano

Texto para Revista Donna (nov/2018)

Ufa! Que ano!

Sobrevivemos! E parte dessa “sobrevivência” deve-se a mulheres pioneiras ou que protagonizaram momentos marcantes em 2018.

Reconhecer a representatividade das mulheres negras que “chegam lá” é fundamental para empoderar outras que estão a caminho, lutando para alcançar seus objetivos, apesar das dificuldades que a gente sabe que envolvem esse grupo populacional.

Abaixo, conheça uma breve história dessa poderosas:

Na internet: Nátaly Neri

Foto: Reprodução/Instagram

Nátaly é youtuber e comanda o canal Afros e afins, que tem mais de 470 mil inscritos. Também é ativista dos direitos negros e LGBTQI, além de falar sobre produtos e alimentos veganos.

Nátaly foi a representante brasileira no evento do #YoutubeBlack de 2018, realizado em Washington, nos Estados Unidos, um encontro com os maiores produtores negros da plataforma.

No empreendedorismo: Rosane Terragno

Foto: Reprodução/Instagram

Empresária do ramo da beleza há cinco anos, Rosane criou a Divas Bllack, uma linha de maquiagens com bases exclusivamente para a pele negra. Ela percebeu a necessidade da mulher negra no segmento  e está recebendo seu merecido reconhecimento por ir na “contramão” do mercado.

Na beleza: Camila Nunes

Foto: Reprodução/Instagram

Em setembro, a blogger, que acumula mais de 180 mil seguidores no Instagram, lançou o livro A beleza é para todas as cores, onde conta um pouco da sua história de influenciadora, além de dar muitas dicas de beleza e maquiagem para negras. A intenção dela é inspirar outras meninas e mulheres.

Na música: Elza Soares

Aos 88 anos, a cantora lançou o disco Deus é mulher, ganhou um musical em sua homenagem que está rodando o Brasil e acaba de ter sua biografia assinada por Zeca Camargo lançada.

Na literatura: Conceição Evaristo

Foto de @mariposa_._amarilla

Autora e ativista dos direitos negros, a escritora mineira não conseguiu uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, mas não foi por falta de apoio. Houve uma comoção pública em torno de seu nome, o que a tornou ainda mais conhecida.

Na educação: Joana Luz

Foto: Divulgação

Primeira mulher negra eleita para assumir a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Joana Angélica Guimarães da Luz é geóloga por formação e doutora em engenharia ambiental. Além disso, tem 12 anos de experiência em gestão na área de educação.

No esporte: Marta

Foto: Reprodução/Instagram

Marta foi eleita pela sexta vez a melhor jogadora de futebol do mundo, um fato inédito na história do esporte. Neste ano, a atleta também se tornou Embaixadora da Boa Vontade na ONU Mulheres, para apoiar o trabalho pela igualdade de gênero e empoderamento no esporte.

No jornalismo: Joyce Ribeiro

Tenho inúmeros motivos para agradecer neste momento de tantas realizações. Participar do Debate de Aparecida, nesta fase tão importante para o nosso país, é fazer parte da história. Deixo aqui o meu mais sincero agradecimento a @cnbbnacional e a @tvaparecida pelo convite e pela confiança, a @tvcultura por acreditar no meu trabalho e por ter me liberado para este grande desafio. Aproveito para agradecer aos mais de 160 profissionais envolvidos, motivados e comprometidos na missão de realizar o melhor debate para o eleitor. Destaco aqui a receptividade  tão carinhosa do querido @padreevaldo, @marilia_carvalho, @andre_costa5 e @renato_dias_olacir, que conduziram com maestria todo este projeto. Jamais esquecerei a forma como fui acolhida por vocês. Para todos que nos acompanharam no debate de ontem, esperamos ter cumprido nosso papel de proporcionar o acesso mais fácil às informações para o voto consciente. Novamente obrigada. Beijos. #debateaparecida

A jornalista da TV Cultura foi a primeira negra a comandar um debate presidencial no Brasil. E sua mediação rendeu muitos elogios. Antes disso, Joyce foi a primeira apresentadora negra em um jornal, em horário nobre.

No cinema: Camila de Moraes

Foto Caroline Bicocchi 2

A gaúcha se destacou na direção do documentário O Caso do Homem Errado, que narra os acontecimentos do assassinato de Julio Cesar, um operário negro na década de 1980, em Porto Alegre. Ela foi a segunda diretora negra a ter um filme exibido em salas comerciais no Brasil. Um feito e tanto!

Na ciência: Nadia Ayad

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A engenheira de materiais acaba de vencer o Global Graphene Challenge Competition, promovida pela empresa sueca Sandvik, que busca soluções sustentáveis e inovadoras ao redor do mundo. Ela venceu com um projeto de dessalinização e filtração da água.

Mulher do ano: Marielle Franco

Lute como uma Marielle! ✊🏾- #MariellePresente #MarielleVive

Sem dúvida, 2018 foi o ano de Marielle. A vereadora, que tinha como pauta principal os direitos dos negros, das mulheres, dos LGBTs e periféricos, foi assassinada junto de seu motorista Anderson Gomes, em março, no Rio de Janeiro.

Apesar da tragédia, Marille plantou uma semente de força e luta para milhões de brasileiros com os movimentos #MariellePresente e #MarielleVive. Apesar da impunidade do crime, a data da morte, 14 de março, passou a ser o dia contra o genocídio da mulher negra, após uma lei ser sancionada no Rio de Janeiro.

Opinião: será que precisamos mesmo de um dia para Consciência Negra?

Opinião: será que precisamos mesmo de um dia para Consciência Negra?

Texto para Revista Donna (2017)

Parece que a sociedade inteira percebe as condições de vida da população negra só em novembro, né? Afinal, ocorre uma “chuva” de eventos em relação a isso. Nós nos acostumamos a acompanhar uma programação especial a respeito de Consciência Negra, mas será que essas atividades estão sendo consumidas de verdade? E no resto do ano, como fica?

Esta terça-feira é 20 de novembro, data em que celebra-se o Dia da Consciência Negra no Brasil. A data foi escolhida pela morte do Zumbi dos Palmares (em 1695). É uma causa tão forte e significativa que não merecia apenas um dia no calendário para ser lembrada, mas, enfim, é o que temos.  A pergunta que fica para muitos é: será que ela é necessária? Por que não temos o dia da consciência branca?

Enquanto o salário for quase metade do homem branco mesmo com cargos iguais, enquanto um homem negro – vítima de assalto – ser espancado por acharem que o suspeito é ele, enquanto o número de jovens negros mortos for tão alto, enquanto o julgamento da cor da pele ser o mais importante, enquanto uma mãe com filhos negros sofrer diariamente, enquanto ouvirmos/lermos a expressão “racismo reverso”, enquanto não houver reconhecimento de privilégios, sim, precisaremos!

E, por favor, entenda que está longe de ser o dia do mimimi ou do vitimismo. Temos muito o que alcançar e conquistar e não entendo porque o protagonismo ainda possa incomodar tanto. Estamos sendo notados? Sim, mas pouco e queremos mais. É necessário canalizar a visibilidade para mais pessoas. Somos mais da metade da população, poxa!

O 20 de novembro é mais um dia para refletir e tentar entender a situação em que vivemos e lutar por melhorias. Em um país em que todos os âmbitos desmerece a população negra, temos muito a evoluir.

Sim, consciência negra deveria ser todos os dias, mas enquanto não temos isso…

10 Dicas para se livrar do bloqueio criativo

10 Dicas para se livrar do bloqueio criativo

Olá, lindeza!

Você sofre de bloqueio criativo de vez em quando e acaba se frustrando?

Winnie The Pooh Thinking GIF

Eu sim! Dando um relato pessoal, posso dizer que acabo de sair de um período grande de bloqueio geral. Eu trabalho com criação de conteúdo, sendo assim, isso acontecer é uma péssima ideia mesmo. Às vezes é apenas um dia que simplesmente você está precisando respirar e andar na rua para buscar inspiração, ou pode ser um pouco mais complicado, e se tornar dias e dias causados por algo emocional, ou apenas pela falta de alguma outra coisa diferente na nossa vida.

Um pouco dramática que sou, eu já estava pensando em desistir de tudo e imaginando o que eu poderia fazer para ganhar dinheiro já que o ofício que eu tanto gosto estava parando de me dar prazer para me deixar bastante estressada. Mas passou.

Busquei na internet o que poderia me ajudar, contei com conselhos de amigos e corri para me reconectar com o que quero transmitir para as pessoas com meus textos, fotos, vídeos, etc. Juntei todas essas dicas e vou compartilhar com vocês.

Antes de tudo: não se desespere, respire e olhe para dentro de si mesmo! 

Nem tudo que você escrever será um sucesso, saber lidar com frustrações é uma dica pra vida!

#1 Desconecte-se

Music Video Disconnect GIF by Superchunk

Como assim?

É, às vezes o mundão da internet nos deixa sem cérebro, rs. É o meu caso. É tanta informação que não conseguimos assimilar praticamente nada, e o que poderia nos dar uma resposta nos afunda em perguntas vazias.

#2 Férias

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A gente precisa, não tem jeito! Pode ser um feriadão prolongado ou uns bons dias, mas viajar é preciso para a cabeça oxigenar, não é mesmo?

#3 Tome café

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O café é poderoso para aumentar a criatividade por conta do estímulo causado pela cafeína. Mas vá com calma, claro, pois pode desregular seu sono.

#4 Escreva muito

bella thorne writing GIF by Midnight Sun

Tudo que tiver vontade, tudo que der na telha, tenha um bloquinho de ideias no celular ou em papel mesmo.

#5 Preste atenção em seu ambiente de trabalho

computer downloading GIF by Man Repeller

Organize seu ambiente para que você não veja sempre a mesma coisa. Uma dica boa é mudar seu local e passar uns dias diferentes em uma cafeteria, um shopping com wi-fi, um local público ou qualquer local que te deixe em um novo visual.

#6 Leia bastante

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A leitura (principalmente de livros) faz com que as conexões cerebrais melhorem.

#7 Ouça suas músicas favoritas

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Cientificamente a música tem poderes de alterar nosso humor e diminuir o estresse.

#8 Dê uma volta

pms lol GIF by U by Kotex Brand

Caminhar, além de fazer a gente ver coisas novas por aí, diminui o estresse e também melhora o humor.

#9 Altere sua rotina

time clock GIF by 20th Century Fox Home Entertainment

Se possível, ajuste seus horário para os picos de criatividade.

#10 Durma bem

tired jet lag GIF

Uma boa noite de sono muda todo nosso dia para melhor.

Enfim, não exija muito de si mesmo, às vezes, o seu corpo só está precisando de um tempo.

 

Grande beijo,

Duda Buchmann

Segundo estudo, as mulheres negras têm a menor renda entre os diplomados no país

Segundo estudo, as mulheres negras têm a menor renda entre os diplomados no país

Mulher negra recebe muito menos que homem e mulher brancos e homem negro, mesmo todos diplomados. Mais uma prova de que ser mulher negra no Brasil é bem difícil mesmo.

Imagem relacionada

Esses dados foram apresentados no estudo “O Desafio da Inclusão”, do Instituto Locomotiva, com base de dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Os resultados são que entre homens brancos acima de 25 anos, 18% têm ensino superior e renda média de R$ 6.702 e entre os negros, apenas 6% têm graduação, e a renda média é de R$ 4.810. E se tratando de distinção de gênero, entre mulheres brancas 21% tem diploma e o rendimento médio é de R$ 3.981, já entre as mulheres negras, 9% são diplomadas e possuem a menor renda média, R$ 2.918. Ou seja, de acordo com o estudo, as mulheres negras têm a menor renda entre os trabalhadores com ensino superior. A diferença salarial de um homem branco e uma mulher negra é de 43%!

Se essa imagem fosse em uma empresa qualquer, com personagens reais e com o mesmo nível de posição, você saberia dizer quem ganha mais?

Além de termos que nos superar a cada dia, não ter espaço para falhas mínimas, ainda recebemos menos. Por que a cor da pele define competência de alguém?

Tal desigualdade salarial entre brancos e negros e entre os sexos representa um prejuízo bilionário. Segundo o Locomotiva, a desigualdade salarial causa um prejuízo bilionário, já que há o desperdício de mais de 800 bilhões de reais que poderiam estar no mercado.

E aí, vamos ficar até quando definindo capacidade pela raça? Não podemos esperar chegar os 150 anos previstos para equilibrar as oportunidades de brancos e negros.
A mudança tem que ser já, agora!!!
Duda Buchmann
Texto original escrito para o ATLGirls.

Dia Nacional do Livro: dicas dos livros levados para as votações – “mais livros, menos armas”

Dia Nacional do Livro: dicas dos livros levados para as votações – “mais livros, menos armas”

Oi, lindezas!

O dia de ontem (28) foi histórico por N motivos, mas uma das partes lindas foi a mobilização de eleitores levando livros consigo na hora de votar, a convite do candidato Haddad e de sua fala de “MAIS LIVROS, MENOS ARMAS”.

Aproveitando o Dia Nacional do Livro no dia de hoje, 29 de outubro, juntei alguns dos livros que vi em fotos de famosos ou não para compartilhar com vocês.

Segue as fotos dessa galera linda e abaixo a listagem dos livros:

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Ontem aconteceu uma coisa que me trouxe todo alívio e esperança que precisava para enfrentar o dia de hoje, os próximos anos, a minha vida toda. Fui em um aniversário de uma prima minha, ao chegar foi nos indicado ir até a mesa 16. Dividimos a mesa com um senhor que não conhecíamos, estava desacompanhado e muito interessado em nos conhecer. Perguntou sobre minha descendência, sobre os países que eu já conheci. Ele disse que já viajou pra quase todos os países da América Latina, e conhecia muitos outros países através dos livros que já tinha lido. O sonho dele, quando tivesse mais dinheiro, era poder montar uma biblioteca com as edições mais recentes de todos os livros que leu. – ..por enquanto foram 873 livros lidos – disse ele. Após isso, nos perguntou se lembrávamos do nosso primeiro livro, nenhum de nós soube responder. Assim, esse senhor nos contou que foi a primeira pessoa a fazer uma cirurgia para melhorar da sinusite aqui no sul, vieram médicos de São Paulo para operá-lo e ele passou dois meses em recuperação no hospital. Foi lá, aos 18 anos, na busca por algo que ajudasse a passar o tempo monótono que leu o seu primeiro livro. – Meu primeiro livro foi o Muros Altos, da Cassandra Rios. Esse livro fala sobre homofobia. Muito surpresa, perguntei o que ele sentiu ao ler um livro sobre homofobia numa época em que esse tema não era nada falado, e aí que veio a fala marcante: – Eu vou te dizer o que eu achei. Alguns anos depois, eu tive uma filha que preferiu ser um homem. Ela..na verdade ele, usa bigode e cabelos curtos. Eu amo ele e vou seguir amando sempre, por que ele é meu filho e eu sei que isso não faz diferença pois eu li sobre isso. Nada mais gratificante acordar hoje e ver pessoas indo votar com um livro na mão. Significa muito, pois não é só um livro, é um pedido por amor ❤ Independente de quem for eleito, eu vou estar defendendo sempre esta bandeira, pois histórias como essa me traz a maior certeza do que realmente precisamos. #livrosim #elenao

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E seja o que Ele quiser…🙏🏿

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Voto com livro 🌈

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Votado ❤️

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Democraticamente a(r)mada 📚

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Pela Paz e pelo diálogo!

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Sorriso e força pra encarar o dia de hoje não apagam o medo, mas nos lembram que ele não pode nos dominar. Porque no dia em que ele for a única coisa que nos restar na vida, estaremos verdadeiramente perdidos. Enquanto existirmos e tivermos forças pra lutar e pernas pra correr, há esperança e se há esperança, o medo se dissipa aos poucos. Independente dos resultados de hoje a luta continua. Independente do que acontecer não vamos nos calar, esconder, esquecer. Independentemente do que acontecer, pro nosso bem ou pro nosso mal, continuaremos lutando contra esse projeto político violento e conservador que está tomando conta do nosso país. Escolhemos nossos livros: eu, o Movimento Negro Educador de @nilmalino13 e @jonasmariaa Problemas de Gênero da Butler. Cuidado nas ruas! Somos resistência mas sejamos espertos! Se está sozinha e sente que em um espaço complicado, guarda o adesivo porque sua resistência, é seu voto! Força e esperança para todos nós! ❤️ . #Haddad13 #ViraVoto #EleNão

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Pela liberdade da Democracia e a força dos livros!

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Lista de livros:

  • Autobiografia de Malcom X
  • OBAX – André Neves
  • Para educar crianças feministas – Chimamanda Ngozi Adichie
  • Um defeito de cor – Ana Maria Conçalves
  • Quem tem medo do feminismo negro? – Djamila Ribeiro
  • Cartas da prisão de Nelson Mandela
  • Mulheres, raça e classe – Angela Davis
  • O ódio que você semeia – Angie Thomas
  • Ensaio sobre a cegueira – José Saramago
  • Fico besta quando me entendem – Hilda Hist

  • O movimento negro educador – Nilda Lino Gomes
  • Problemas de Gênero – Judith Butler
  • Viva o fim – André Carvalhal
  • Na minha pele – Lázaro Ramos
  • Mulheres – Carol Rossetti
  • Mídia e racismo: ensaios – Rosalia Diogo
  • O livro dos abraços – Eduardo Galeano
  • Dona Flor e seus dois maridos – Jorge Amado
  • O livro das semelhanças – Ana Martins Marques
  • Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa
  • Eu sou eternamente livre – Luiz Carlos Silveira Dias Junior
  • Ensaios de amor – Alain de Botton
  • Casamento Igualitário – Bruno Bimbi
  • A ditadura envergonhada – Elio Gaspari
  • Batismo de sangue – Frei Betto
  • A autobiografia de Martin Luther King
  • A vida como ela é – Nelson Rodrigues
  • Devassos no paraíso – João Silveiro Trevisan
  • Textos em ficção – Hilda Hilst
  • Insubmissas lágrimas de mulheres – Conceição Evaristo
  • Persépolis – Marjani Satrapi
  • A menina que roubava livros – Markus Kusak
  • O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado – Abdias do Nascimento
  • Brasil: uma biografia – Heloisa Maria Murgel Starling e Lilia Schwarcz
  • O mundo é bárbaro – Luis Fernando Veríssimo
  • Contos reunidos – Rubem Fonseca
  • Cartas perto do coração – Fernando Sabino e Clarice Lispector

 

Baita seleção de títulos, né?

BOA LEITURA ❤

Grande beijo,

Duda Buchmann

‘História pra ninar gente grande’: Marielle Franco é homenageada em enredo da Mangueira no próximo carnaval

‘História pra ninar gente grande’: Marielle Franco é homenageada em enredo da Mangueira no próximo carnaval

7 meses sem respostas. Quem matou Marielle e Anderson?

A escola carnavalesca Estação Primeira de Mangueira quis chamar atenção para esse caso de assassinato da vereadora Marielle Franco citando o nome dela em seu novo enredo História Pra Ninar Gente Grande, do carnavalesco Leandro Vieira. Eu achei a letra incrível e um real alerta para aquele país que a gente tenta colocar pra “baixo do tapete” sempre que pode.

Um dos compositores do samba, Tomaz Miranda, disse que é em homenagem a memória de Marielle e Anderson Gomes (motorista morto no atentado) e toda luta que ainda virá.

Brasil, meu nego
Deixa eu te contar
A história que a história não conta
O avesso do mesmo lugar
Na luta é que a gente se encontra

Brasil, meu dengo
A mangueira chegou

Com versos que o livro apagou
Desde 1500
Tem mais invasão do que descobrimento
Tem sangue retinto pisado
Atrás do herói emoldurado
Mulheres, tamoios, mulatos
Eu quero um país que não está no retrato

Brasil, o teu nome é Dandara
Tua cara é de cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati

Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês

Mangueira, tira a poeira dos porões
Ô, abre alas pros teus heróis de barracões
Dos Brasil que se faz um país de Lecis, jamelões
São verde- e- rosa as multidões